PETS EM CONDOMÍNIOS: COMO EVITAR PROBLEMAS COM OS VIZINHOS?

O número de animais de estimação cresceu durante a pandemia da Covid-19

Os pets sempre foram os companheiros de milhares de famílias brasileiras, mas durante a crise sanitária provoca pela Covid-19, houve um aumento significativo de pessoas que compraram ou adotaram animais de estimação no país. De acordo com dados da pesquisa Radar Pet, realizada pela Comissão de Animais de Companhia, dos donos dos animais no Brasil, 23% só adotaram ou compraram seu primeiro pet durante o período da pandemia.

A pesquisa Radar Pet também mostra que houve um aumento de 30% no número de pets nas residências brasileiras durante o isolamento social. Além disso, os dados destacam que os gatos foram mais adotados do que os cachorros na pandemia, totalizando 84% de novos felinos durante a crise sanitária, enquanto a taxa de cães foi de 54%. Diante deste crescimento, as famílias precisam se adaptar, principalmente aquelas que moram em condomínios.

 

Problemas com os vizinhos

O aumento de pets em condomínios evidenciou um problema que já era comum antes da pandemia, porém, intensificou-se com mais animais de estimação nas unidades residenciais, que se trata dos barulhos que incomodam alguns vizinhos, principalmente os latidos de cães. Não há a cultura de educação canina para que o cão não estranhe os barulhos dos corredores, porém, há a possibilidade de ajuda profissional.

O retorno ao trabalho presencial também é um fator que contribui para os problemas com barulhos de pets, sobretudo, com os cães que já estavam acostumados com companhias.

As campanhas internas realizadas nos condomínios também são essenciais para que haja a conscientização dos moradores sobre as regras de convivência, além de medidas que visam proporcionar o bem estar aos pets sem estresse e, consequentemente, reduzam os problemas com os vizinhos. O senso de coletividade é fundamental para a segurança e boa convivência entre todos os condôminos.

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